9 maneiras de investir em criptoativos sem sair da B3

criptoativos etfs

Apesar do ânimo quanto ao Bitcoin instigado pelo halving de 20 de abril, há quem se refreie do investimento em criptoativos por conta da burocracia de criar uma conta em uma corretora específica ou por medo da descentralização das negociações. Todavia, a B3 dispõe de produtos que concedem exposição ao mundo cripto dentro do ambiente de bolsa.

São 14 produtos desse universo no total, segundo dados da própria B3. Dessa cesta, nove estão diretamente relacionados a criptomoedas – os outros são referenciados por investimentos alternativos, como metaverso e NFTs. Todas as alternativas obedecem aos padrões de regulação da CVM e nenhum deles distribui dividendos.

HASH11

Gerido pela Hashdex, o fundo listado em bolsa (ETF) replica o desempenho do Nasdaq Crypto Index (NCI) – índice que busca refletir globalmente a performance do mercado de criptoativos. Assim, o HASH11 apresenta uma cesta diversificada de criptoativos, na qual o Bitcoin tem maior peso.

Pelo menos 95% do patrimônio do ETF é alocado em ações do fundo de índice alvo, o Hashdex Nasdaq Crypto Index ETF, ou em posições longas de futuros, a fim de refletir de forma geral o desempenho do NCI. A cota do fundo estava em torno de R$ 47 até a publicação desta matéria.

CRPT11

Rebalanceado mensalmente, o ETF busca seguir a variação dos 20 principais criptoativos do mundo, através da replicação do índice Teva Criptomoedas Top20.

No mínimo 95% do patrimônio do CRPT11 é alocado em criptoativos que integrem o Índice Teva Criptomoedas Top20, cotas de fundos que visem refletir as variações e rentabilidade do índice, posição comprada em contratos ou posições compradas no mercado futuro de dólar.

A cota do fundo era R$ 13 até a publicação desta matéria.

QBTC11

O ETF da QR Asset referenciado em Bitcoin somente. Pelo menos 95% da alocação vai para cotas de fundos que reflitam a variação e rentabilidade da criptomoeda. Além disso, o regulamento do QBTC11 prevê a possibilidade de negociar posições no mercado futuro de dólar, para efeitos de hedge.

A cota do fundo estava em torno de R$ 19,50 até a publicação desta matéria.

BITH11

O fundo replica o Hashdex Nasdaq Bitcoin Reference Prince, outro índice co-criado com a Nasdaq. Assim, a maior parte da alocação destina-se a cotas do fundo de índice alvo – o qual, por sua vez, investe em ativos financeiros emitidos ou negociados no exterior, em particular, Bitcoin ou em posições compradas no mercado futuro.

A cota do fundo estava em torno de R$ 72 até a publicação desta matéria.

BITI11

O ETF de Bitcoin do Itaú. O objetivo do produto é acompanhar a precificação da criptomoeda ao replicar o Bloomberg Galaxy Bitcoin Index. Atualmente 100% do patrimônio está no 3GALABIT, ação do fundo de referência.

A cota do fundo estava em torno de R$ 90,70 até a publicação desta matéria.

IBIT11

Único BDR de ETF da lista, ele é gerido pela BlackRock e replica o primeiro ETF de Bitcoin à vista da gestora, aprovado nos EUA em janeiro. A cotação era de cerca de R$ 58 até a publicação desta matéria.

QETH11

O primeiro ETF referenciado em Ethereum da B3. Gerido pela QR Asset, ele tem o CME CF Ether Reference Rate como índice de referência. A cota do fundo estava em torno de R$ 11 até a publicação desta matéria.

ETHE11

O ETF de Ethereum da Hashdex, que acompanha a performance do Nasdaq Ethereum Reference Price por meio da alocação em cotas do fundo que replica o índice.

A cota do fundo estava em torno de R$ 44 até a publicação desta matéria.

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