Ibovespa tenta manter o patamar dos 105 mil pontos, com atenções direcionadas a Lula na China e nova regra fiscal

queda IBOV

O Ibovespa opera em desvalorização nesta sexta-feira (14), e registra 104.934 de mínima intradiária. Investidores seguem atentos às falas do presidente Lula e do ministro Fernando Haddad na China. No exterior, o foco gira em torno dos resultados dos grandes bancos dos EUA.

Em dia de agenda interna esvaziada, o mercado nacional se volta para a China, principalmente para o encontro entre o presidente Lula e Xi Jinping em Pequim pela manhã.

Fernando Haddad disse que o Banco Central brasileiro precisa convergir com a Fazenda para uma política de crescimento sustentado.

Questionado em relação à aproximação com a China, Haddad afirmou que não há intenção do Brasil em se afastar “de quem quer que seja, especialmente de um parceiro como os EUA”.

Os líderes participaram de uma reunião privada durante a manhã e assinaram vinte acordos comerciais e de parceria entre o Brasil e o gigante asiático depois.

Os termos assinados envolvem acordos de cooperação para desenvolvimento tecnológico e ampliação das relações comerciais entre os países. Além disso, prevêem o intercâmbio de conteúdos de comunicação.

Fica no radar também o desempenho no setor de serviços em janeiro, que chama a atenção dada a importância do dado para medir os sinais de acúmulo de pressão inflacionária.

No mercado internacional, as atenções se concentram nos resultados de grandes bancos nos Estados Unidos, que inauguraram a temporada de balanço do primeiro trimestre de 2023.

Citi, J.P. Morgan e Wells Fargo apresentaram números robustos e sobem em Nova York, apesar dos temores gerados pela quebra do Silicon Valley Bank e do Signature.

Além disso, dados sobre a atividade americana no varejo e na indústria em março também chamam atenção.

Entre os papéis em destaque positivo no pregão, estão Braskem [BRKM5], em alta de 5,65%, impulsionada por um relatório do UBS que eleva o papel de “neutro” para “compra”.

Cielo [CIEL3] e Itaú [ITUB4] avançam 2,43% e 1,25%. A instituição financeira lidera entre as maiores altas com perspetiva de dados fortes no primeiro trimestre de 2023. 

Na ponta negativa, as ações da Rede D’Or [RDOR3] figuram entre as perdas do índice em queda de 6,69%. O setor de saúde tende a ser penalizado pela alta do DIs. 

CSN [CSNA3] cai 6,14%, e Hapvida [HAPV3] registra queda de 5,30%.

O dólar renova máxima cotado a R$ 4,95. A valorização da moeda americana acompanha a ampliação de ganhos no exterior ante a moedas rivais e emergentes ligadas a commodities. O movimento ocorre após indicadores dos EUA e declaração do BC americano (Fed).  

🇧🇷 Ibovespa -0,58% (105.843)
💵 Dólar +0,62% (R$ 4,95)

Cotações registradas às 12h30

Commodities

Os contratos de petróleo se recuperam e operam em alta na sessão. O movimento ocorre em reação ao relatório da Agência Internacional de Energia (AIE), que dobrou sua projeção de déficit de oferta no mercado da commodity para este ano, a 800 mil barris por dia (bpd).

O minério de ferro avançou 0,04 %, na Bolsa de Cingapura, cotado a US$ 116,35 a tonelada. 

🛢 Brent -0,23%% (US$ 85,92)
🛢 WTI +0,21% (US$ 82,31)
🇨🇳 Minério de ferro +0,04% (US$ 116,35)

(Com Agência Estado)

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