“Um setor bem promissor”, diz vice-presidente da Pátria Investimentos sobre energia no Brasil

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Leonardo Gadelha, vice-presidente da Pátria Investimentos, e Leandro Bezerra, coordenador de distribuição de fundos da XP Investimentos, apresentaram o projeto de fundo cetipado em infraestrutura energética no “No Café com Gestor” desta terça-feira (19), evento organizado pela BRA, escritório de investimentos credenciado à XP.

Neste tipo de aplicação, o gestor provê a liquidez, gerando maior segurança ao cotista. “Você ter um fundo que é cetipado, ou seja, que não passa para o investidor a volatilidade de mercado enquanto ele está fechado […], traz para o investidor uma excelente experiência”, afirmou Leandro Gadelha.

Como a maior casa de investimentos alternativos da América Latina, a Pátria participa do desenvolvimento de infraestrutura brasileira em todas as principais áreas: logística e transporte, infraestrutura de dados e serviços ambientais, sendo a energia o carro-chefe da empresa. 

Durante o evento, o gestor afirmou apostar na área de energia renovável como uma aplicação com bons frutos, demonstrando expectativas positivas quanto ao ramo, graças à crise do petróleo como resultado da Guerra na Ucrânia e à substituição de combustíveis fósseis em escala mundial.

“No mundo da infraestrutura, acho que o setor de energia é muito diferenciado. Vai continuar demandando muito investimento aqui no longo prazo e bons retornos”. Leonardo explica que  o mundo está passando por uma transição energética muito grande, que diminuirá a exposição a combustíveis fósseis. “Substituir combustível fóssil por eletricidade vai criar uma demanda de geração de energia e transmissão de energia muito grande. Acho que é um setor bem promissor aqui de novos investimentos no futuro“, disse Leonardo.

O gestor também reforça que, quando se fala de “futuro”, ele se refere a um período de cerca de cinco anos. Ao abordar, por exemplo, a eletrificação de carros e máquinas, Gadelha afirma que anteriormente acreditava ser um assunto para daqui a 20 anos. Hoje, ele crê se tratar de uma questão entre cinco e dez anos. Leonardo ainda declara: “Não me surpreende daqui há três anos a gente olhar e falar ‘putz, está acontecendo’”.

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