Apareceu no WSJ: Netflix bate no próprio teto

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Quando se trata de streaming, 222 milhões parece ser a nova barreira de som.

A quantidade de assinantes da Netflix teria ultrapassado esse número, não fosse a suspensão dos serviços da companhia na Rússia durante o primeiro trimestre. Incluído esse impacto, A Netflix viu a primeira queda trimestral de assinantes pela primeira vez em anos. A companhia também usou o relatório do primeiro trimestre, na terça-feira à tarde, para projetar uma queda ainda maior, de dois milhões de assinantes, no segundo trimestre, que incluirá a mais nova temporada de “Stranger Things” – uma de suas séries mais populares.

Dito isso, a Netflix espera encerrar a primeira metade deste ano com cerca de 7,8 milhões de assinantes a menos do que o projetado por Wall Street. E isso foi mal-recebido por investidores que estavam preparados para um crescimento mais lento – não para declínios. As ações da Netflix despencaram mais de 25% nas negociações do after-hours após os resultados. Como a queda continuou durante a manhã, isso equivale à perda de mais de dois terços em valor de mercado pela líder do streaming desde o início do ano.

A Netflix reconheceu o efeito da crescente concorrência nos resultados mais recentes. Mas a noção de que a líder de mercado atingiu o pico na verdade não era um bom presságio para as ambições de crescimento de longo prazo dos gigantes da mídia que inundaram o mercado de streaming. Disney, Paramount e Warner Bros. Discovery viram os preços de suas ações caírem entre 4% e 5% após os resultados da Netflix. A Disney sustentou que seu serviço Disney + atingirá pelo menos 230 milhões de assinantes até o final do ano fiscal de 2024.

Teoricamente, a Netflix não chegou ao topo. Cerca de 56% dos entrevistados em uma pesquisa recente da MoffettNathanson e da empresa de pesquisa de mercado HarrisX com residências com banda larga dos EUA relatam usar o serviço. Mas como líder de mercado que foi pioneira no conceito, a Netflix enfrenta o desafio natural de conquistar aqueles que provavelmente já ouviram falar dela, mas até agora se recusaram a assinar. Agora também está competindo em um campo muito mais concorrido – com gigantes da mídia que possuem bibliotecas de conteúdo de filmes e TV mais conhecidos. Em sua carta aos acionistas na terça-feira, a Netflix nomeou a concorrência como um dos “quatro principais fatores inter-relacionados” que afetam o crescimento.

Portanto, a Netflix vai se concentrar em extrair mais de sua base. A empresa reconheceu na terça-feira que o compartilhamento de senhas é um grande problema, com mais de 100 milhões de outras famílias usando contas pertencentes aos quase 222 milhões de assinantes existentes. A Netflix já está testando programas para converter alguns desses espectadores em assinantes pagos e disse na terça-feira que isso representa “uma grande oportunidade de curto a médio prazo”. Mas converter aproveitadores é menos atraente quando há menos assinantes para aproveitar.

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Versão em português por Isabela Jordão. Baseado no texto originalmente escrito por Dan Gallagher para o The Wall Street Journal

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