Bolsas americanas fecham em leve alta, com aperto monetário global no radar

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As principais bolsas de Nova York fecharam em leve alta nesta terça-feira (20), após operarem em queda durante parte do pregão. O panorama foi de aversão ao risco, com a permanência dos apertos monetários por parte de BCs ao redor do mundo no radar dos investidores, desta vez com o ajuste realizado na política monetária pelo Banco do Japão (BoJ). Apesar disso, a divulgação do indicador de construção de moradias nos Estados Unidos deu certo fôlego aos índices, que se recuperaram e fecharam em terreno positivo.

A alteração na política monetária pela autoridade japonesa, de permitir que os juros flutuem mais “para cima” do que o normal, foi vista como mais agressiva (hawkish) pelo mercado e motivou maior aversão ao risco. Investidores e analistas se preocupam que a decisão pode significar o fim da longa era de “dinheiro fácil em qualquer lugar”.

Ainda assim, os dados de construções de moradias divulgados hoje mostraram um recuo menor do que o esperado em novembro, além de uma queda também além do previsto das permissões para novas obras. Os números permitem duas interpretações: enquanto significam que a atividade está contraindo e um relaxamento da postura do Fed no aperto monetário pode estar próximo, também indicam desaceleração econômica, relacionando-se aos temores de recessão que assolam o mercado.

▪️ Dow Jones +0,28%
▪️ S&P500 +0,11%
▪️ Nasdaq +0,01%

Entre alguns destaques corporativos, a Tesla teve queda de 8,05% após ter sua recomendação revisada para baixo pelo banco japonês Mizuho, à medida que perspectivas de venda para a empresa seguem decepcionando.

O Wells Fargo teve queda de 2,01%, reagindo ao acordo de US$ 3,7 bilhões firmado junto a reguladores americanos para resolver alegações de prejuízo causado a consumidores por suas ações.

A Amazon teve alta marginal, de 0,32%, após fechar um acordo para encerrar dois casos de supostas violações da legislação antitruste da União Europeia, referente a alegações a respeito do tratamento de vendedores terceirizados na plataforma.

(Com Agência Estado e The Wall Street Journal)

 

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