Boris Johnson renuncia; ata do BCE ressalta força do mercado de trabalho, e BC do Brasil volta a divulgar IBC-Br

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As bolsas da Europa operam em alta generalizada nesta quinta-feira (07), ampliando os ganhos da véspera. Investidores repercutem a divulgação da ata mais recente de política monetária do BCE, um dia após a publicação das minutas do Fed. Também fica no radar o panorama político do Reino Unido, onde o primeiro-ministro Boris Johnson renunciou. Mais de 50 funcionários do governo britânico renunciaram recentemente, em protesto contra o governo do premiê, incluindo o recém-nomeado ministro das Finanças, Nadhim Zahawi. A libra esterlina se fortalece ante o dólar diante da renúncia. Na esfera dos indicadores econômicos, a produção industrial da Alemanha subiu 0,2% em maio no comparativo mensal, levemente abaixo do projetado por analistas ouvidos pelo Wall Street Journal.

Os futuros de Nova York operam com ganhos, sustentando o tom positivo dos mercados à vista na sessão anterior, quando a divulgação das minutas do Fed levaram Wall Street a zerar perdas. O documento não trouxe novidades e reiterou a necessidade de subir juros para frear a inflação nos EUA, que se encontra na máxima em 40 anos. A ata mencionou 90 vezes o risco de inflação, e sinalizou que os membros do comitê de política monetária consideram um reajuste de 0,5 p.p. a 0,75 p.p. para a próxima reunião, que acontece no fim deste mês. As mesas de operações ficam agora em compasso de espera pelos dados do relatório oficial de emprego dos EUA, o payroll, a ser divulgado amanhã. Estava previsto para hoje o relatório de empregos ADP, cuja divulgação foi cancelada pelo instituto responsável. O indicador deve retornar em 31 de agosto, com metodologia reformada.

As bolsas da Ásia fecharam em alta generalizada, em linha com o fechamento em Nova York na véspera.

Por aqui, acontece a divulgação do IBC-Br, conhecido como prévia oficial do PIB, às 16h30. Já o IGP-DI de junho trouxe mais pistas sobre a inflação no Brasil, com leve desaceleração em junho frente ao mês anterior. No Congresso, está prevista a votação da PEC dos Combustíveis na Comissão especial da Câmara, após o adiamento consequente ao pedido de vista feito pela oposição na terça-feira. Ontem, a Frente Parlamentar em Defesa dos Caminhoneiros Autônomos e Celetistas ingressou com mandado de segurança no STF para suspender a tramitação da PEC.

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