Capitalização da Eletrobras (ELET3 ELET6): o que levar em consideração ao investir diretamente na oferta

Com oferta base de ações em R$ 30 bilhões e lote suplementar de R$ 8 bilhões, a oferta subsequente da estatal acontece na próxima semana. [Foto: Pilar Olivares/Reuters]

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Investidores têm até o fim da tarde desta quarta-feira (08) para reservar as ações da Eletrobras (ELET3; ELET6) com capital próprio. O limite de horário varia conforme a corretora ou plataforma de investimentos. O período de reservas com recursos do FGTS terminou ao meio-dia (12h).

Com oferta base de ações em R$ 30 bilhões e lote suplementar de R$ 8 bilhões, a oferta subsequente da estatal acontece na próxima segunda-feira (13) e visa diluir a participação do governo na companhia. Quem pensa em aderir ao follow-on com capital próprio deve pesar os riscos e oportunidades desse tipo de evento.

Ao aplicar nos papéis, o investidor pode ter por objetivo vendê-los no primeiro dia de negociações ou mantê-los em carteira a prazos maiores.

A primeira opção é também conhecida como “flipagem” – termo derivado do verbo em inglês “to flip”, cujo significado se refere a um rápido movimento de virada. A estratégia baseia-se na expectativa de que a oferta tenha demanda maior que o volume de ações disponível, explica Marcus Vinicius Leôncio, apresentador do podcast Bom dia, Investidor e integrante da mesa de Renda Variável da BS/ Investimentos.

“Isso porque a demanda reprimida no primeiro dia de negociação tende a impulsionar o preço das ações, então o investidor que está ‘flipando’ se aproveita desse movimento para vender as ações compradas”, completa.

Para Marcus, o risco de “flipar” é maior quando se trata de uma oferta subsequente, uma vez que os acionistas já sabem a quantidade máxima de ações disponíveis para aquisição. Logo, investidores em busca de uma quantidade de papéis maior que a ofertada no follow-on poderiam adquiri-la diretamente na bolsa de valores, antes da oferta, o que reduziria a chance de alta demanda reprimida na conclusão do evento. “Neste caso, a ‘flipagem’ se torna mais um jogo de sorte ou azar do que de fato algo bem pensado e com risco x retorno atrativo”, finaliza Marcus.

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