Commodities: Opep+ deve discutir leve aumento da produção para setembro

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O petróleo opera entre perdas e ganhos nesta quinta-feira (28), em meio à revisão de perspectivas de demanda da commodity após o PIB dos EUA, que mostrou contração pelo segundo trimestre consecutivo. Além disso, o fortalecimento do dólar ante outras moedas principais também pressiona os contratos.

A Opep e aliados vão considerar manter a produção de petróleo inalterada para setembro na reunião da próxima semana, apesar dos pedidos dos Estados Unidos por aumento da oferta. Um aumento modesto da produção também deva ser discutido, disseram oito fontes à Reuters.

“Existem várias conversas que vão desde um pequeno aumento até um congelamento nos níveis atuais”, disse uma das fontes da Opep+. Até agosto, a Opep+ terá recordes de cortes de produção totalmente resolvidos desde que a pandemia de Covis-19 estourou em 2020.

O petróleo disparou em 2022 para o nível mais alto desde 2008, subindo acima de US$ 139 o barril em março, depois que os Estados Unidos e a Europa impuseram sanções à Rússia por conta da invasão da Ucrânia. Desde então, os preços caíram para cerca de US$ 108, já que a inflação crescente e as taxas de juros mais altas aumentam os temores de uma recessão que prejudicaria a demanda.

O minério de ferro fechou em alta expressiva de 6,87%, cotado a US$ 119,74 por tonelada, após fechar estável na sessão anterior. O metal tem passado por um rali de preços na última semana, impulsionado por perspectivas de retomada em siderúrgicas chinesas, o que tende a dar suporte à demanda pelo minério de ferro.

A expectativa em torno de uma reunião do partido comunista da China também contribui para a valorização, em um horizonte de possíveis sinalizações de apoio à economia do país.

🇬🇧 Brent +0,22% (US$ 101,84)

🇺🇸 WTI -0,01% (US$ 97,25)

🇨🇳 Minério de ferro +6,87%  (US$ 449,74)

Cotações registradas às 12h10; minério de ferro referente a Qingdao

 

(Com Reuters e Agência Estado)

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