Ethereum (ETH) registra reviravolta e sobe mais de 5% em 24 horas

Foto com o símbolo do Ethereum (ETH). É um representante dos criptoativos

As criptomoedas registram redução no ritmo de perdas nesta quinta-feira (10). Investidores ainda acompanham os efeitos que a FTX produz nos outros criptoativos além do token FTT. Em solo brasileiro, uma classe do setor bancário e criptomoedas enviou um documento para a aprovação da Projeto de Lei 4.401/2021.4

O Ethereum (ETH) registrou alta de 6% nas últimas 24 horas, negociado a US$ 1.295,48.

Gráfico de preço do Ethereum em 24 horas
Fonte.CoinMarketCap

Bitcoin (BTC)

O Bitcoin (BTC) vive um cenário nada fácil. Segundo dados do CoinMarketCap, a maior criptomoeda atingiu ontem o menor preço desde 2020 , a US$ 15 mil. Pela manhã, o BTC ensaiou uma recuperação, mas ainda opera com queda de 5 % em 24 horas, cotado a US$ 16 mil.

Gráfico de preço do Bitcoin (BTC) em 24 horas
Fonte.CoinMarketCap

Altcoins

FTX Token (FTT)

De ontem para hoje o cenário das altcoins pouco mudou. O token da corretora FTX, o FTT, segue como o principal destaque negativo, com queda de 37% em 24 horas, negociado a US$ 2,83.

Solana (SOL)

A Solana (SOL) também segue no vermelho. A criptomoeda SOL registrou queda de 20% em 24 horas, cotada a US$ 15,13. Atualmente, o criptoativo ocupa a 13° posição no ranking das 100 principais criptomoedas.

FTX e Binance

Ainda ontem, a maior corretora de criptomoedas, a Binance, decidiu em não dar continuidade na compra da FTX. “No início, nossa expectativa era poder oferecer suporte aos clientes da FTX para prover liquidez, mas os problemas estão além do nosso controle ou capacidade de ajuda” afirmou a companhia em uma declaração ao Wall Street Journal.

Regulamentação cripto no Brasil

Ontem a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) e outras entidades enviaram uma carta ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira. A carta contém o pedido de aprovação da Lei 4.401/2021.4, que foca na regulamentação das criptomoedas no país.

“Para além de seu potencial de atração de investimentos, criação de novos empregos e do desenvolvimento de novas tecnologias ligadas à blockchain, a criptoeconomia pode auxiliar na inclusão financeira de milhares de brasileiros, facilitando pagamentos para pessoas e pequenos negócios ao redor do país e do mundo”, afirma a carta assinada por Abranet, ABCripto, ABFintech, Brasscom e Zetta e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

 

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