Entre os destaques corporativos desta quinta-feira (21), os investidores reagem à notícia de que a CCR assinou aditivo para equilíbrio financeiro do contrato do VLT Carioca, no valor de R$ 48,8 milhões.
Auren Energia [AURE3]
A Auren Energia contratou captação de até R$ 330 milhões pelas subsidiárias Jaíba L1, Jaíba SE2, Jaíba NE2 e Jaíba NE3 junto ao Banco do Nordeste (BNB).
Além disso, a empresa comunicou que recebeu carta de renúncia do Diretor Raul Almeida Cadena, responsável pela Vice-Presidência de Clientes e Comercialização. Para substituição, o conselho de administração nomeou Mario Bertoncini, atual Diretor de Finanças e de Relações com Investidores da companhia.
Braskem [BRKM5]
A agência de classificação de risco Fitch Ratings reafirmou rating de inadimplência de longo prazo em moedas estrangeiras e locais da Braskem Idesa, controlada da Braskem que opera no México, em B+, e muda perspectiva de “em observação negativa” para negativa.
CCR [CCRO3]
A CCR assinou aditivo para equilíbrio financeiro do contrato do VLT Carioca, no valor de R$ 48,8 milhões.
Cosan [CSAN3]
A Cosan aprovou a 4ª emissão de notas comerciais escriturais, no valor de R$ 1 bilhão.
Eletrobras [ELET3]
Alencar Santana, deputado federal por São Paulo pelo PT, vice-líder do governo federal na Câmara dos Deputados, enviou um ofício a Jorge Messias, da Advocacia-Geral da União (AGU), em que solicita medidas para a suspensão ou para que torne sem efeito a assembleia-geral extraordinária (AGE) da Eletrobras agendada para a sexta-feira da próxima semana, dia 29 de dezembro.
A agência de classificação de risco S&P Global reafirmou um rating de crédito de longo e curto prazos na escala nacional da empresa em brAAA/brA-1+, com perspectiva estável.
Equatorial [EQTL3]
A Equatorial concluiu a execução do programa de venda em agosto, com uma alienação de 28.870.100 de ações que estavam em tesouraria.
Com isso, a companhia obteve cerca de R$ 991,0 milhões em recursos, correspondente a um preço médio de R$ 34,330 por ação.
Klabin [KLBN11]
O conselho de administração da Klabin aprovou a aquisição de ativos florestais da Arauco, por US$ 1.160 bilhão.
O grupo atualizou projeções de investimentos após aquisições de ativos (Projeto Caeté). O CAPEX previsto para 2024 soma R$ 3,30 bilhões; em 2025, R$ 3,10 bilhões; em 2026, R$ 2,70 bilhões; em 2027, R$ 2,80 bilhões; e, por fim, em 2028, R$ 2,50 bilhões.
A companhia prevê sinergias do Projeto Caeté de R$ 350 milhões a R$ 400 milhões por ano entre 2025 e 2028. A empresa estima um custo de caixa total de R$ 3,100 mil por tonelada em 2024.
Vibra [VBBR3]
De acordo com a Bloomberg, a Vibra contratou o J.P. Morgan para avaliar possíveis negócios futuros, depois de rejeitar uma proposta de fusão com a Eneva no mês passado.
Wilson Sons [PORT3]
A Wilson Sons aprovou um plano de retenção e não competição de profissionais-chave da companhia, com o objetivo não apenas de proteger, mas também de maximizar valor, cujos efeitos estarão condicionados a uma eventual operação que venha a ser realizada em decorrência da análise estratégica conduzida pelo acionista controlador indireto, a Ocean Wilsons Holdings Limited (OWHL), bem como a suspensão do Plano de Incentivo de Longo Prazo.
Banco BMG [BMGB4]
O Banco BMG informou que vai pagar o valor bruto total de R$ 195.679.437,07 – de R$ 195.676.316,99, anteriormente – em juros sobre o capital próprio (JCP). Proventos foram deliberados pelo seu conselho de administração e anunciado na última quinta-feira, 14 de dezembro.
Não houve alteração no valor bruto e valor líquido a ser pago por ação.
Marcopolo [POMO4]
A Marcopolo vai realizar o pagamento de juros sobre o capital próprio a razão de R$ 0,10 por ação representativa do capital social da companhia, juros esses a serem imputados ao dividendo obrigatório declarado antecipadamente, parte por conta do exercício deste ano e parte por conta de exercícios anteriores.
Do referido valor, vai ser retido o Imposto de Renda na Fonte, de acordo com a legislação em vigor.
Mahle Metal Leve [LEVE3]
A Metal Leve vai pagar R$ 22.789.287,8 em juros sobre o capital próprio (JCP), como deferido pelo conselho de administração e anunciado na última segunda-feira, 18 de dezembro.
O montante corresponde a R$ 0,1681382 por ação ordinária (ON), em termos brutos. Com retenção de 15% de imposto de renda (IR) retido na fonte, o valor líquido por papel soma R$ 0,1429174.
Engie [EGIE3]
A Engie vai pagar R$ 145 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP), como deferido pelo conselho de administração e anunciado na última segunda-feira, 18 de dezembro.
O montante corresponde a R$ 0,1777118 por ação ordinária (ON).
Tim [TIMS3]
A Tim vai pagar R$ 655 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP), como aprovado pelo conselho de administração e anunciado no dia 6 de dezembro.
O montante corresponde a R$ 0,270594175 por ação ordinária (ON).
Localiza [RENT3]
A Localiza vai pagar o valor bruto de R$ 404.899.607,13 em juros sobre o capital próprio (JCP), como deferiu o conselho de administração e foi anunciado na última quarta-feira, 20 de dezembro.
O montante corresponde a R$ 0,382860306 por ação ordinária (ON).
Intelbras [INTB3]
A Intelbras vai pagar o valor bruto de R$ 52.500.000,00 em juros sobre o capital próprio (JCP), como foi deferido pelo conselho de administração e foi anunciado na última quarta-feira, 20 de dezembro.
Em termos de valor líquido, o montante corresponde a R$ 0,13621332926 por ação ordinária (ON).
Bradesco [BBDC4]
O Bradesco (BBDC3)(BBDC4) vai pagar R$ 2.000.000.000,00 em juros sobre o capital próprio (JCP) intermediários, como deferido pelo conselho de administração e anunciado na última segunda-feira, 11 de dezembro.
O montante corresponde a R$ 0,178997238 por ação ordinária (ON) e R$ 0,196896962 por ação preferencial (PN).
Cemig [CMIG4]
A Cemig vai pagar R$ 1.322.561.000,00 em juros sobre o capital próprio (JCP), como deferido pelo conselho de administração e anunciado na última quinta-feira, 14 de dezembro.
O montante corresponde ao valor bruto de R$ 0,60102079554 por ação.
Hapvida [HAPV3]
A agência de classificação de risco Fitch Ratings afirmou o rating nacional de longo prazo ‘AAA(bra)’ da Hapvida e de sua controlada indireta BCBF Participações S.A..
A agência afirmou ainda o rating nacional de longo prazo ‘AAA(bra)’ da primeira, da segunda, da terceira e da quarta emissões de debêntures quirografárias da Hapvida e da quarta, da quinta e da sexta emissões de debêntures anteriormente pertencentes à BCBF, cedidas à Hapvida.
Ao mesmo tempo, atribuiu rating nacional de longo prazo ‘AAA(bra)’ à proposta de quinta emissão de debêntures quirografárias da Hapvida, no montante de até R$ 1,0 bilhão e com vencimento final em 2030.
Mobly [MBLY3]
CTM Investimentos LTDA reduziu sua participação total na Mobly a 14.610.500 ações da companhia, equivalente a 13,72% das ações ordinárias.
PDG Realty [PDGR3]
A PDG Realty comunicou que o acionista Guilherme de Lima Cardoso de Oliveira, comprou participação acionária na companhia e passou a deter 1.860.000 ações ordinárias, equivalentes a aproximadamente 2,39% do capital social da PDG.
Petrobras [PETR4]
A Petrobras informou que a agência de classificação de risco S&P elevou sua nota de crédito de BB- para BB, com perspectiva estável, como reflexo da melhora na nota da República Federativa do Brasil.
A estatal foi incluída entre as entidades que “têm qualidades de crédito intrínsecas iguais ou superiores à nota ‘BB’, mas os ratings finais são limitados pelo patamar do soberano”.
Raízen [RAIZ4]
A S&P Global elevou sua nota de crédito para a Raízen em escala corporativa global para “BBB”, com perspectiva global estável, com a manutenção do grau de investimento.
Cielo [CIEL3]
A Cielo vai pagar R$ 179.388.000,00 em juros sobre o capital próprio (JCP), sujeitos à incidência de imposto de renda, conforme aplicável a cada caso, e serão distribuídos e pagos aos acionistas nas proporções de suas participações no capital social. Não farão jus aos JCP as ações mantidas em tesouraria.
O valor estimado bruto por ação a ser pago a título de JCP corresponde a R$ 0,0664971480.
Ferbasa [FESA4]
A Ferbasa comunicou que os acionistas, reunidos em assembleia geral extraordinária (AGE), aprovaram o desdobramento da totalidade das 88,32 milhões de ações da companhia, sendo 29,44 milhões de ações ordinárias e 58,88 milhões de ações preferenciais, na proporção de 1 ação para 4 ações.