Fique de olho em PetroRio (PRIO3), Petrobras (PETR3; PETR4), Cogna (COGN3) e outras

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Entre os destaques corporativos desta segunda-feira (26), Localiza (RENT3) aprovou distribuição de R$ 346,2 milhões sob a forma de JCP, Gafisa (GFSA3) está avaliando realização de potencial oferta pública primária, e Taurus (TASA3; TASA4) comunicou data de encerramento do período de exercício do bônus de subscrição da série D.

PetroRio (PRIO3) assinou contrato de compra de fatia remanescente de participação no Campo de Itaipu, Petrobras (PETR3; PETR4) rescindiu o contrato com a SPE Kerui-Método, responsável pelas obras das Unidades de Processamento de Gás Natural (UPGN) do Polo Gaslub de Itaboraí, e  Cogna (COGN3) comunicou que a BlackRock reduziu participação acionária na empresa.

Irani (RANI3) realizará parada da Máquina de Papel II pelo período de 30 dias, Maestro Locadora de Veículos (MSRO3), com intuito de alinhar o objeto social da companhia ao seu plano estratégico de atuação, aprovou em AGE a ampliação de seu objeto social, e Ferbasa (FESA3) comunicou que foi citada em ação judicial movida contra a Fundação José Carvalho e a empresa.

Localiza (RENT3)

A Localiza aprovou a distribuição de R$ 346,2 milhões sob a forma de juros sobre capital próprio (JCP), cerca de R$ 0,35 por ação.

A posição acionária considerada será a de 28 de setembro, com os papéis passando a ser negociados como “ex” a partir do dia seguinte. O pagamento será realizado no dia 9 de novembro de 2022.

Também foi aprovado o aumento do capital social de, no mínimo, R$ 33 milhões e, no máximo, R$ 150,7 milhões, mediante a emissão de ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal para subscrição privada, dentro do limite do capital autorizado.

Gafisa (GFSA3)

A Gafisa está avaliando a realização de uma potencial oferta pública primária de distribuição de ações ordinárias, com esforços restritos de colocação. A efetiva realização da potencial oferta está sob análise da companhia, contudo, até o momento, não há definição e/ou aprovação formal relacionada à oferta.

Além disso, a empresa prestou esclarecimentos à CVM sobre oscilações atípicas em suas ações. A Gafisa afirmou que no dia 23 de setembro de 2022, no qual haveria oscilações aparentemente atípicas, consistiu no primeiro dia de início da negociação das ações de forma grupada da empresa. Na última sexta-feira (23), as ações saltaram 9,99%*. (*cotação referente às 16h55)

Em 10 de agosto, a companhia aprovou o grupamento de ações representativas de seu capital, na razão de 9:1. Em 23 de agosto de 2022, foi divulgado fato relevante comunicando os procedimentos relativos ao grupamento de ações, no qual consta a informação de que, a partir de 23 de setembro de 2022, as ações passariam a ser negociadas na forma grupada.

Taurus (TASA3; TASA4)

A Taurus comunicou que encerrará o período de exercício do bônus de subscrição da série D no dia 5 de outubro de 2022 para que os detentores possam exercer a conversão em novas ações preferenciais. 

Após o dia 5, os bônus de subscrição da série D que não forem exercidos e subscritos serão cancelados. 

A empresa alertou para o fato de que faltam duas janelas para que sejam exercidos aproximadamente 282 mil bônus de subscrição da série D – TASA17.

PetroRio (PRIO3)

A PetroRio assinou contrato de compra de 40% de participação no Campo de Itaipu, fatia remanescente com a qual, somada a parcela já pertencente à empresa, a Prio passará a ser dona de 100% do campo.

O valor a ser pago à Total Energies E&P Brasil é de US$ 75 mil na conclusão da transação, e US$ 26,92 milhões após definição do destino de Itaipu.

Petrobras (PETR3; PETR4)

A Petrobras rescindiu o contrato com a SPE Kerui-Método, responsável pelas obras das Unidades de Processamento de Gás Natural (UPGN) do Polo Gaslub de Itaboraí. 

Segundo a estatal, devido ao ocorrido, e com objetivo de minimizar impactos na entrada em operação do Projeto Integrado Rota 3, a empresa já iniciou as contratações necessárias para a conclusão das obras do escopo remanescente da UPGN e estima iniciar as operações de processamento de gás no Polo GasLub em 2024. 

A Petrobras esclareceu que empenhou todos os esforços possíveis junto à SPE Kerui-Método com o objetivo de manter a execução do contrato, mas não houve sucesso nas tratativas. O projeto, do qual faz parte a UPGN, é estratégico para a companhia, pois viabilizará o escoamento e processamento de 21 milhões de m³/d de gás natural produzido no Polo pré-sal da Bacia de Santos e o incremento da oferta de gás natural para o mercado brasileiro, afirmou.

Cogna (COGN3)

A Cogna comunicou que a BlackRock reduziu participação acionária na empresa, passando a deter 9,926% do total de ações da companhia. Em adição, a BlackRock informou que detém 42,29 milhões de instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações ordinárias da Cogna com liquidação financeira, representando aproximadamente 2,20% do total de ações ordinárias da companhia. 

Irani (RANI3)

A Irani realizará parada da Máquina de Papel II pelo período de 30 dias, a iniciar na quarta semana do mês de setembro, em decorrência da execução do Projeto Gaia III, previsto em seu cronograma e informado previamente ao mercado. Conforme previsto, este projeto incrementará a produção desta máquina em 30%, equivalente a 600 toneladas de papéis para embalagens flexíveis por mês.

A previsão de redução de produção em função desta parada é de 2.200 toneladas de papel para embalagens flexíveis, sem impacto na produção de embalagens rígidas.

Maestro Locadora de Veículos (MSRO3)

A Maestro Locadora de Veículos, com intuito de alinhar o objeto social da companhia ao seu plano estratégico de atuação, aprovou em AGE a ampliação de seu objeto social para a realização das seguintes atividades: a locação de veículos leves e pesados, máquinas e equipamentos pesados; de quaisquer espécies, tipos, marcas e modelos, a prestação de serviços de gerenciamento de frota automotiva e a participação em outras sociedades, como sócia ou acionista.

Ferbasa (FESA3)

A Ferbasa comunicou que foi citada em ação judicial movida por José Eduardo Cabral de Carvalho contra a Fundação José Carvalho e a empresa. O objeto da referida ação judicial é discutir doações de ações realizadas por seu falecido pai no início dos anos 70.

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