Reabertura na China impulsiona mercados da Europa e futuros de Nova York

As bolsas da Europa e os futuros de Nova York operam em alta generalizada nesta terça-feira (28), em reflexo do movimento nas bolsas asiáticas. Os mercados da região Ásia-Pacífico reagiram positivamente ao anúncio do governo da China sobre um relaxamento de restrições para a entrada de estrangeiros no país. O período de quarentena será reduzido de 21 para 10 dias, em flexibilização da política “Covid-zero”, adotada há alguns meses no país para combater surtos locais da doença. A Comissão Nacional de Saúde da China também flexibilizou requerimentos de testes para pessoas em quarentena. De acordo com as autoridades, as novas regras vão “coordenar o máximo possível a prevenção e controle da pandemia e o desenvolvimento econômico e social”.

Na Europa, investidores acompanham o segundo dia do Fórum Econômico do BCE, na cidade portuguesa de Sintra. A presidente da instituição, Christine Lagarde, reiterou hoje no evento os planos para iniciar o aperto monetário na Zona do Euro em julho, mas ressaltou que a confirmação das pretensões vai depender dos dados econômicos. Na Alemanha, o índice de confiança do consumidor Gfk caiu além do esperado para julho, a -27,4. Os EUA também têm dados de confiança do consumidor na agenda do dia, assim como discursos de autoridades do Fed.

Por aqui, saem os dados de emprego do Caged referentes a maio, assim como os Relatórios Mensais da Dívida (RMD) de abril e maio. Em Brasília, o ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, participa de audiência pública na Câmara sobre preços de combustíveis e energia. No Senado, o relator da da PEC dos Combustíveis apresenta o relatório final da proposta. Ontem à noite, o presidente Jair Bolsonaro afirmou a apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada que o piso do Auxílio Brasil pode ser elevado de R$ 400 para R$ 600 hoje. O chefe do Executivo também comentou que o Brasil pode passar a comprar diesel da Rússia, por preços mais baratos. De acordo com Bolsonaro, a possibilidade da troca comercial foi negociada em ligação telefônica com o presidente russo, Vladimir Putin. Diante das preocupações com o risco fiscal possibilitado pelos benefícios sociais da PEC dos Combustíveis, o governo afirmou contar com o ingresso de cerca de R$ 54 bilhões em receitas extras para compensar o impacto, sendo R$ 17 bilhões de reforço adicional de pagamento de dividendos pelo BNDES.

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