UE apoia candidatura de adesão da Ucrânia em medida provocada pela guerra

UE apoia candidatura de adesão da Ucrânia em medida provocada pela guerra


A União Europeia deu sua bênção nesta sexta-feira à Ucrânia para se tornar uma candidata oficial a se juntar ao bloco, juntamente com sua vizinha Moldávia, uma mudança histórica para o leste da Europa provocada pela invasão russa da Ucrânia.

A Ucrânia solicitou a adesão à UE apenas quatro dias após as tropas russas cruzarem sua fronteira em fevereiro. Quatro dias depois, o mesmo aconteceu com a Moldávia e a Geórgia – dois outros Estados ex-soviéticos que lutam contra regiões separatistas ocupadas por tropas russas.

“A Ucrânia demonstrou claramente a aspiração do país e a determinação do país de viver de acordo com os valores e padrões europeus”, disse a chefe da Comissão Executiva da UE, Ursula von der Leyen, em Bruxelas. Ela fez o anúncio vestindo cores ucranianas, um blazer amarelo sobre uma camisa azul.

O presidente ucraniano, Voloymyr Zelenskiy, agradeceu a von der Leyen e aos Estados-membros da UE no Twitter por uma decisão que chamou de “o primeiro passo no caminho da adesão à UE que certamente deixará nossa vitória mais perto”.

Espera-se que os líderes dos países da UE endossem a decisão em uma cúpula na próxima semana. Os líderes dos três maiores –Alemanha, França e Itália– sinalizaram sua solidariedade na quinta-feira visitando Kiev, juntamente com o presidente da Romênia.

“A Ucrânia pertence à família europeia”, disse o alemão Olaf Scholz após se encontrar com Zelenskiy.

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