Público x Privado: como saber em qual investir no momento?

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O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) cortou a Selic em 0,50 p.p. na última semana e parece estar disposto a seguir neste ritmo para as próximas reuniões, como mostrou sua ata na terça-feira (08). 

Quando o Banco Central (Bacen) inicia um ciclo de afrouxamento monetário como o de agora, o pensamento inicial de grande parte dos investidores é tirar seu dinheiro de Renda Fixa e aplicar em Renda Variável. 

Entretanto, alguns títulos, especialmente os privados, também podem oferecer maior renda neste momento da economia. 

Privado X Público: qual traz maior renda?

A resposta é simples: os privados. Claro, isso não quer dizer que eles sejam melhores, já que a razão principal para tal é o fato de o investidor precisar tomar mais riscos em relação aos públicos – os quais são garantidos pelo governo. 

De acordo com Beto Saadia, diretor de investimentos da Nomos, os principais riscos assumidos pelo investidor ao apostar nos títulos privados são: maior volatilidade e pior recorrência em seu faturamento. 

Além disso, o título privado não consegue emitir moeda para pagar sua dívida, ao contrário do público. 

Então, qual é o melhor?

Segundo Beto, tudo depende do que o investidor almeja no momento, afinal, títulos públicos e privados possuem características bem distintas.

Se o investidor estiver disposto a arriscar mais, aspirando maior rentabilidade, é claro que o privado seria mais interessante.

Por outro lado, o analista aponta que, caso se esteja procurando um investimento mais seguro e de mais fácil acesso ao público, os públicos seriam os ideais. 

“Os títulos privados são mais arriscados, têm risco de inadimplência […]. O título público ele tem um risco muito baixo, quase zero”, afirmou. 

“Se a gente estiver falando em rentabilidade é melhor o título privado sim, se colocar somente esse critério. Se a gente tiver falando em risco, o melhor é o título público, que tem um risco menor.”

Em quais títulos investir no momento?

Com o novo ciclo de queda da Selic em vigor, Beto afirmou que os títulos mais interessantes são os prefixados ou os indexados à inflação. 

Os mais conhecidos são os do Tesouro Direto, que são títulos públicos. Dentre os privados, os mais conhecidos são a Letra de Crédito Imobiliário (LCI), Letra de Crédito do Agronegócio (LCA), Certificado de Depósito Bancário (CDB) Prefixado e Debêntures. 

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